.AVISO!
Olá, eu estou aqui para informar que a história contem em algumas partes, cenas (como é que eu vou dizer) "hot", eu tou avisar pois não responsabeliso por danos morais.

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Capitulo2_III

 Ele disse com contentamento:

- Parece que eu não sou o único com uma imaginação sórdida, signorina. Deixe-me dizer que você é jovem demais e adorável demais para precisar de um adorno tão escandaloso. Você me desaponta.

- Como você ousa? - A voz estava estrangulada e ela esforçou-se para se cobrir novamente, os dedos desajeitados pela pressa e pela vergonha. - Oh, Deus, como você ousa me tocar? Insultar? E você se considera amigo de papai. Ele vai jogar você para fora desta casa quando eu contar...

- Quando você contar o quê, precisamente? – Zackary Efron interrompeu, impaciente. - O que você estava fazendo aqui? Por que você estava vestida do jeito que está? - Ele sacudiu a cabeça. - Não, Vanessa, recomendo que você fique em silêncio em relação a esta noite. Assim como eu. Agora vá para seu quarto - ele acrescentou. - Vou trancar a porta.

Ela não discutiu, mas saiu apressada. Na quietude do quarto, atirou-se na cama, enfiando a cabeça na colcha quando o choque e a tristeza a assolaram.

Eu quero morrer, disse para si mesma, um soluço surgindo na garganta. Simplesmente morrer. Porque então nunca mais terei de ver Zackary Efron novamente.

Mas, por enquanto, tinha de continuar a viver, tinha de continuar enfrentando a terrível lembrança do olhar de condenação e a dureza das palavras dele.

E em algum lugar dentro disso tudo havia ainda a percepção de que Simon tinha obedientemente desistido e ido para casa. O que, ela pensou, não parecia tão ruim assim.

Ela teve uma noite melancólica, e foi uma Vane pálida e de olhos fundos que, contra a própria vontade, foi tomar café-da-manhã para confrontar seu torturador da melhor maneira possível. Mas não foi necessário. Porque ele não estava lá, e quando ela forçou-se a perguntar ao pai sobre a ausência do hóspede, foi informada de que Zackary Efron tinha partido na primeira hora da manhã para pegar um vôo para Nova York.

- Não foi repentino demais? - Ela conseguiu se servir de café com uma mão razoavelmente firme.

O sr. Greg pareceu surpreso.

- Não, minha querida. Zac sempre teve a intenção de partir imediatamente após o Natal. Eu não lhe contei isso?

- Na verdade, não - disse Vane.

- Bem, mas ele foi. - O pai fez uma pausa, depois sorriu. - E me pediu que lhe desejasse felicidades.

- Muito gentil - disse Vane inexpressivamente.

 

Estranho, pensou ela mexendo-se sem jeito na cadeira, que mesmo depois de três anos ainda tinha a lembrança daquele dia. Mas talvez lembranças desagradáveis permanecessem mais tempo na mente do que as boas.

Ela recordava com tensão como havia esperado desesperadamente por notícias de Simon depois daquela noite. Mas 48 longas horas tinham se passado sem uma palavra e, conforme o tempo se alongava, seu orgulho não lhe permitia entrar em contato com ele para perguntar o que diabo estava acontecendo.

Ela estava na cidade, estacionando a bicicleta na frente das lojas, quando Jilly Aubrey apareceu.

- Oi - ela disse. - Onde está aquele italiano lindo que estava hospedado com vocês? Quero convidá-lo para a festa de Ano-novo.

Vane lançou-lhe um olhar frio.

 

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publicado por Sandra.linda às 14:16
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